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Pensamentos sobre a graça

23.7.14
Nunca vou compreender o amor de Deus em sua totalidade. Ninguém vai. Só nos resta aceitá-lo, senti-lo, buscá-lo, ansiá-lo, e sempre peço a Ele que eu possa desejá-lo mais e mais e mais. Nunca será o bastante, nem que for por uma eternidade, o que ainda sentiremos e viveremos junto à Ele.
Como nós, humildes pedaços de barro, poderemos compreender esta misericórdia? Qual a dimensão da misericórdia de Deus? Uma misericórdia que restaura o ser humano, e todo o universo.
Ele derrama de Si mesmo sobre nós abundantemente, nos dando Seu Santo Espírito, habitando em nós. É mais que só salvação do pecado, é nova vida, é vida pura, da fonte, a única vida pura e verdadeira que podemos sentir.
Nunca vou compreender o amor de Deus em sua totalidade. Nem senti-lo, tamanha a complexidade e magnanimidade do Seu amor. Eu, no pó, no pecado, e Ele me amando e me resgatando, sem barreiras, sem imposições, apenas pelo amor, apenas para trazer de volta ao morto homem a vida de que ele tanto precisa, e não sabe.
O que eu poderia ter feito? Obras? Quais seriam maiores que uma criação toda, para que eu pudesse habilmente me justificar ante Deus? A mim, só resta a obediência. E como não obedecer alguém que tanto te ama, alguém que se sacrificou por você? Como não devolver um pouco da vida que Ele abundantemente nos devolveu? Como não fazê-lo?

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