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Críticas

10.5.14
Olhar para as piores atitudes do ser humano que está ao nosso lado deveria nos levar não simplesmente à crítica destas atitudes, mas ao pensamento de que, sendo nós também tão humanos quanto o nosso próximo, possuímos o mesmo potencial inato para a falha, o erro, o pecado.
Sim, é inato. Ninguém pode falhar, e lá estamos nós, apontando quantos dedos forem necessários, esquecendo-nos que a real condição em que nos encontramos, a nossa possibilidade e nosso potencial para falhas é igual ou maior que o de quem fazemos questão em censurar por uma falha cometida por outrem.
Antes da crítica, é necessária a auto-crítica. Já nos ordenou o Senhor que tiremos primeiro a trave que está em nosso olho antes de pensarmos que estamos enxergando o suficiente para ajudarmos o próximo com seu pequeno cisco. 
A primeira crítica que realmente deve ser feita é a nós mesmos, a respeito de tudo o que acreditamos, fazemos, da maneira como agimos, em como estamos traduzindo nossa fé em atitudes. Depois de um auto-exame bem realizado, muito provavelmente teremos sequer a coragem em apontar falhas nos outros, se de fato reconhecermos o quão longe estamos do ideal de vida que professamos buscar.

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