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Dicas de aplicativos - Evernote

31.5.14
Saindo um pouco do usual, creio que seja de proveito para os que ainda não conhecem eu apresentar alguns aplicativos que utilizo. Pretendo também começar a apresentar aqui alguns blogs e sites com textos, recursos ou mesmo que tratem de assuntos que me interessam, e que eventualmente possam interessar a você também.

Não costumo escrever a respeito disso, mas estou tentando desenvolver o blog com um pouco mais de amplitude desta vez, e não quero apenas tratar de assuntos ligados somente ao cristianismo, ainda que como cristão trato as coisas segundo a minha fé. Vamos lá.

Um aplicativo que me agrada muito, o qual tenho utilizado bastante (e que, se você ainda não conhece, deveria) é o Evernote, nada mais que um baita organizador. De uma lista de afazeres, até a criação de um subsídio para uma aula, anotações, rascunhos, mesmo o esboço de uma pregação (se o seu pastor não se importar por você utilizar o tablet no púlpito..), é possível utilizá-lo de várias formas. Eu o utilizo bastante na preparação das aulas de escola bíblica. Você pode utilizá-lo no tablet, celular, computador (mesmo diretamente do navegador, ou por meio de widgets). Para o Mac é possível baixá-lo na AppStore.

Nele é possível a criação de cadernos, separando os assuntos da maneira que você achar mais cômodo. A versão Premium, que utilizo, é a ideal (e quem é cliente da Vivo ganha um ano gratuitamente da Premium...), mas a versão simples já se torna uma mão na roda para quem precisa deste tipo de recurso.
Existe até uma versão Business, voltada para empresas (óbvio...).

Acredito que seja um dos melhores aplicativos que existam no mercado hoje. Muito versátil e útil.

Deixo esta dica por aqui hoje. Se você já conhece o aplicativo e quer deixar alguma impressão sobre sua utilização, ou alguma dica, comente, fique à vontade.
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Perseguição - uma breve meditação

25.5.14
É temeroso pensar, verificando-se o atual desenvolvimento da sociedade, seja nacional ou mundial, aonde poderemos parar em poucos anos. Num mundo que cada vez mais vai se barbarizando, vai sendo tomado pelo pensamento revolucionário destrutivo, que tem passado como avalanche sobre a sociedade mundial, em maior escala sobre o que é conhecido como "ocidente cristianizado", através da infiltração de seus agentes em praticamente todas as esferas e instituições sociais, mais que nunca deve o cristão aprofundar seu relacionamento e sua confiança no Pai, no Filho e no Santo Espírito.
Chegará um momento para nós semelhante ao que milhões ao redor do mundo já vivem, por professarem a fé cristã: a perseguição sistemática, aberta e incentivada, o que já acontece fartamente em praticamente todos os países cuja fé é majoritária ou totalmente islâmica, ou então em nações que possuem governos inclinada ou assumidamente despóticos ou comunistas.
Perceber que estas coisas acontecerão inevitavelmente já não é tão complicado. Vide os sistemáticos ataques à família e ao que se chama cristianismo, seja qual for sua vertente, por meio da mídia em geral, do aparato (des)educacional estatal, do desenvolvimento filosófico dos últimos séculos, enfim, de quase tudo o que nos cerca trazendo informação, forjada desde sua raiz para demolir desde os alicerces o edifício civilizacional ocidental, a cultura judaico-cristã, que há séculos já vem sendo atacada desde fora e também desde dentro.
Não há religião que tenha sofrido perseguição tão constante, tão ampla, por tanto tempo, por tantos de seus membros, como o cristianismo sofreu e ainda sofre. Só não acredita quem não quer conhecer sobre o assunto. Milhões e milhões têm sido diariamente ensinados que o maior mal do mundo é justamente a fé que este mesmo mundo quase sempre perseguiu e tentou suprimir, mais que nunca nos dias atuais.
A ampliação das perseguições persistirá. Não vejo como poderíamos ter um prolongamento mais amplo da história mundial; não vejo como poderíamos viver mais alguns séculos ou milênios com tamanha supressão da fé em Cristo.
Ao cristão, não digo que resta apenas o bom combate em Cristo, pois o combate não é algo marginal, mas a própria essência da verdadeira vida cristã. Seja o combate inicial contra a própria natureza corrompida, seja mesmo o combate cultural que todo cristão deve travar em meio à sociedade onde inserido. O que fica claro é que os ataques só farão aumentar, certamente.
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Aos poucos

22.5.14
Aos poucos a rotina se estabelece, e você acredita que está no passo certo de sua fé. Tudo passa a ser normal: as pessoas, as palavras, o cumprimento, a pregação, a oração, as conversas. Tudo tem o seu tempo pré-estipulado, tudo está coordenado, a sua atenção está em todos os detalhes, e não apenas no que importa naquele momento. As paredes do templo vão se tornando mais familiares a cada dia, mais aconchegantes, mais convidativas à permanência.
Aos poucos, o cuidado na busca pela santidade vai sendo substituído por aquela confiança quase imperceptível, aquela que você sabe possuir mas não admite, acreditando que a sua confiança ainda está sendo colocada em Deus.
Aos poucos, você começa a aceitar aquilo que repudiava; começa a andar nos caminhos que evitava; coloca-se perigosamente, brincando, na beirada de altos e perigosos precipícios chamados tentações.
Aos poucos, o que era fé no sobrenatural, aquele arrepio, aquela reverência, torna-se simplesmente um rito diário, semanal ou, quiçá, mensal, no pior dos casos. O culto mais importante de todos, a Santa Ceia, passa a ser praticamente o único. A comunhão, antes tão alimentada, tão procurada, passa a ser um fardo, e o desejo de se evitar os que te incomodam, seja lá pelo que for, toma conta dos seus relacionamentos, da forma como você trata as pessoas.
Aos poucos, Jonas vai deixando de ter sido engolido e vomitado por um grande peixe; os três jovens vão saindo da fornalha, afinal, não devem nunca ter entrado lá mesmo; os israelitas nunca passaram mar algum, afinal, mar algum pode ser aberto; Eva e Adão começam a sentir pêlos crescendo em si, e um incontrolável instinto animal, um desejo de não mais andarem eretos...vão se assemelhando a macacos; Abrão torna-se simplesmente alguém que ouvia vozes, talvez por ter perturbações na mente....
Aos poucos, Jesus vai deixando de ser o Cristo, para se tornar o Jesus "Histórico"; não terá ele mais alimentado multidões na base do pão e dos peixinhos; suas curas tornam-se belas figuras de uma fé e um poder inalcançáveis, pinturas embelezadoras criadas por seguidores de um homem comum...
Aos poucos, a igreja vai se tornando tão comum, a fé tão normal, o convívio um costume, a aceitação da palavra de Deus tão passiva, tão pouco ou nada meditativa.
Aos poucos, não se encontram mais frutos na árvore, não se encontra mais seiva nos galhos, não se encontram mais folhas, o verde se esvai, a árvore morre, o solo seca, e os céus não mais derramam chuva.
Aos poucos, você vai morrendo de novo. Aos poucos, Deus se torna apenas a crença que te faz feliz, que te acalma, que te "encaixa" num mundo de muitas vozes distintas. Aos poucos, a cadeira sob você é a única coisa que você é capaz de sentir na igreja.
Aos poucos...
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Críticas

10.5.14
Olhar para as piores atitudes do ser humano que está ao nosso lado deveria nos levar não simplesmente à crítica destas atitudes, mas ao pensamento de que, sendo nós também tão humanos quanto o nosso próximo, possuímos o mesmo potencial inato para a falha, o erro, o pecado.
Sim, é inato. Ninguém pode falhar, e lá estamos nós, apontando quantos dedos forem necessários, esquecendo-nos que a real condição em que nos encontramos, a nossa possibilidade e nosso potencial para falhas é igual ou maior que o de quem fazemos questão em censurar por uma falha cometida por outrem.
Antes da crítica, é necessária a auto-crítica. Já nos ordenou o Senhor que tiremos primeiro a trave que está em nosso olho antes de pensarmos que estamos enxergando o suficiente para ajudarmos o próximo com seu pequeno cisco. 
A primeira crítica que realmente deve ser feita é a nós mesmos, a respeito de tudo o que acreditamos, fazemos, da maneira como agimos, em como estamos traduzindo nossa fé em atitudes. Depois de um auto-exame bem realizado, muito provavelmente teremos sequer a coragem em apontar falhas nos outros, se de fato reconhecermos o quão longe estamos do ideal de vida que professamos buscar.
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Ideologia

2.5.14
Ideologia. Feche-se nela. Não saia destas paredes. Acomode-se ali. Aquiete-se. “Lá fora” não existe, entenda isto. Não há nada extramuros, nada.
Ideologia. Fique lá dentro, não saia. Não enfrente o mundo lá fora, a ilusão. Apenas estas paredes são reais. Só existe o aqui dentro. Só isso. 
Aceite isto. Acomode-se a isto. E seja feliz…
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