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Ódio

24.4.14
Sempre o ódio. Nem sempre visível. Mas sabemos que está lá. É fácil odiarmos aquele que odeia, colocando-nos numa posição superior, como se nosso ódio sempre fosse justificado.
Qual a razão de querermos respeito em algo, se nossa ação é semelhante àquela que repreendemos? Somos mais, somos melhores, estamos numa posição elevada em relação ao nosso semelhante?
Sempre o ódio. Odiamos quem odeia, e odiamos. Outros nos odeiam por odiarmos, e o ódio cresce, cresce sempre.
Nem nos preocupamos mais em saber o porquê do ódio.

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No Egito, ou sobre a aflição

14.4.14
Deus trabalhou por meio da dor e da aflição para um aprofundamento da fé e um maior reconhecimento da necessidade que Moisés e o povo tinham em confiar n’Ele. Quanto maiores as cargas, maior o sentimento de frustração, maior o entendimento da necessidade de libertação. O entendimento de que as cargas, a aflição, a opressão egípcias eram sobre-humanas os levaria ao clamor pela libertação sobrenatural vinda de Yahweh. Deus sabe muito bem trabalhar por meio da aflição, e levar o homem ao entendimento de Sua vontade, ao necessário passo de fé seguinte que, talvez, não daríamos sem a opressão.
Pobre ser humano que pouco ou nada entende a respeito dos caminhos que Deus utiliza para a realização dos Seus propósitos, seja negando Sua soberania, seja rejeitando o Seu poder em tornar o mal em bem, ou então negando-o, até que algo aconteça para que Ele sejao responsabilizado.
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Jornada

8.4.14

Dizem que o melhor da festa é a espera. Não sei se é verdade, mas sei que na vida cristã existe a concepção da caminhada, que inevitavelmente deve ser empreendida com zelo e disciplina por todo aquele que almeja chegar à "medida da estatura da plenitude de Cristo". É uma árdua jornada, mais longa para alguns do que para outros, segundo a concessão da graça divina. É uma caminhada inevitável, cujo desenrolar trará lutas, tristezas, dúvidas, mas também alegrias, vitórias, certezas ao fiel.
A caminhada parecerá um infindável e intransponível abismo, que separa o real do ideal, o ser do vir-a-ser, o que eu sou do que eu quero ser. Abismo que será transposto, não sem antes nos trazer muitas frustrações, afinal, "a inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz".
A confiança nos é dada durante a jornada na lembrança e na fé. Lembrança do lugar que saímos, um sítio horrendo; e a fé nos faz enxergar o belo e glorioso porvir, cujas expectativas e esperanças serão facilmente e grandemente superadas por aquilo que viveremos, a realidade verdadeira, o despertar de um mundo cujas limitações que nos são impostas só nos permitem ver as "sombras" na parede.
A realidade final, para todo aquele que em Cristo confiou durante sua jornada, fará esta mesma ter parecido um mero sonho, cujo despertar nos faz tê-lo como uma lembrança, apenas uma lembrança que, por mais que nos tenha feito sentir, jamais se compara à vida consciente.


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Inteligência em ordem

2.4.14
Colocar a inteligência no lugar correto: imperativo. 
Em uma era que privilegia a falta da ordem, a falta da moral, a falta de tudo o que signifique algo concretamente, fazendo com que qualquer coisa signifique praticamente tudo abstratamente, é imperativo ordenarmos a nossa inteligência.
Somente a palavra de Deus permite que nossa inteligência seja reeducada, adquira um contorno, adquira um eixo, um correto equilíbrio entre amor e verdade, que estão unidos, descendo do Pai das Luzes, fazendo-nos emergir do mar da confusão mental instaurada na humanidade, moldando-nos à imagem de Seu filho, a inteligência perfeita, aquele "em quem estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e da ciência".
O desequilíbrio entre um "amor" que não aceita a verdade, que a relativiza, que a submete à própria vontade caída e pervertida do ser humano, e a "verdade" que despreza o amor, que constrói relacionamentos em bases puramente legalistas, que não abre mão da correção, mas ignora o perdão, é resultado da falta da inteligência espiritual que só pode ser alcançada pela aceitação humilde e ativa da palavra Divina.
Colocar a inteligência no lugar correto é deixar de ser regido por emoções e desejos desenfreados, ou pelo apelo grupal, midiático, pela pressão secular, seja em qual escala de atuação for. Ser sábio é hoje um desafio dos maiores, pois quem quer buscar a sabedoria do Alto deve compreender que, uma vez iniciada a caminhada, não se deve olhar para trás, não é saudável parar à beira do caminho; deve compreender que irá, provavelmente, sentir-se extremamente solitário em vários momentos da vida, se não nos cruciais, e entender que nestes momentos só a presença do Senhor Jesus pode e deve ser esperada, pela fé.
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